A segunda heurística destaca a necessidade de o sistema falar a linguagem do utilizador, utilizando conceitos, terminologias e metáforas familiares. Isto ajuda a reduzir a carga cognitiva e facilita a aprendizagem e utilização do sistema.
Por exemplo, em aplicações financeiras, utilizar termos como "saldo", "depósito" e "levantamento" é preferível a jargões técnicos que possam confundir o utilizador. Além disso, seguir convenções do mundo real, como organizar informações de forma lógica e sequencial, torna a interface mais intuitiva.
Ao alinhar o design com as expectativas e experiências prévias dos utilizadores, aumentamos a eficiência e satisfação na interação com o sistema. Isto também contribui para reduzir erros, pois os utilizadores compreendem melhor as funcionalidades e ações disponíveis.

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