Pular para o conteúdo principal

Compressão de dados

A compressão de dados é o ato de reduzir o espaço ocupado por dados num determinado dispositivo. Essa operação é realizada através de diversos algoritmos de compressão, reduzindo a quantidade de Bytes para representar um dado, sendo esse dado uma imagem, um texto, ou um arquivo (ficheiro) qualquer.

Comprimir dados destina-se também a retirar a redundância, baseando-se que muitos dados contêm informações redundantes que podem ou precisam ser eliminadas de alguma forma. Essa forma é através de uma regra, chamada de código ou protocolo, que, quando seguida, elimina os bits redundantes de informações, de modo a diminuir seu tamanho nos ficheiros. Por exemplo, a sequência "AAAAAA" que ocupa 6 bytes, poderia ser representada pela sequência "6A", que ocupa 2 bytes, economizando 67% de espaço.

Além da eliminação da redundância, os dados são comprimidos pelos mais diversos motivos. Entre os mais conhecidos estão economizar espaço em dispositivos de armazenamento, como discos rígidos, ou ganhar desempenho (diminuir tempo onde acontece essas transmissões) em transmissões.

Embora possam parecer sinônimos, compressão e compactação de dados são processos distintos. A compressão, como visto, reduz a quantidade de bits para representar algum dado, enquanto a compactação tem a função de unir dados que não estejam unidos. Um exemplo clássico de compactação de dados é a desfragmentação de discos.



Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Navegação Moderna: Ícones no Menu para Melhorar a Usabilidade

  Navegação Moderna: Ícones no Menu para Melhorar a Usabilidade A Wikipédia é uma fonte inestimável de informação, mas a sua interface nem sempre é intuitiva para todos os utilizadores. Um dos elementos que repensámos no protótipo foi o menu de navegação, que tradicionalmente depende de texto e links extensivos. Para melhorar a experiência, introduzimos ícones no menu , tornando a interação mais acessível e visualmente agradável. Por Que Reprojetar o Menu? Os menus baseados apenas em texto têm algumas limitações: Dependência de leitura: Utilizadores que não estão familiarizados com certos termos ou que têm limitações visuais podem encontrar dificuldade em navegar. Falta de rapidez: Identificar opções com base apenas em texto exige mais esforço cognitivo e tempo. Design datado: Em comparação com interfaces modernas, menus textuais parecem menos convidativos e intuitivos. Com base nesses desafios, decidimos implementar ícones como elementos centrais no menu de navegação. A Decisão...

Correspondência entre o Sistema e o Mundo Real

 A segunda heurística destaca a necessidade de o sistema falar a linguagem do utilizador , utilizando conceitos, terminologias e metáforas familiares. Isto ajuda a reduzir a carga cognitiva e facilita a aprendizagem e utilização do sistema. Por exemplo, em aplicações financeiras, utilizar termos como "saldo", "depósito" e "levantamento" é preferível a jargões técnicos que possam confundir o utilizador. Além disso, seguir convenções do mundo real, como organizar informações de forma lógica e sequencial, torna a interface mais intuitiva. Ao alinhar o design com as expectativas e experiências prévias dos utilizadores, aumentamos a eficiência e satisfação na interação com o sistema. Isto também contribui para reduzir erros, pois os utilizadores compreendem melhor as funcionalidades e ações disponíveis.

Design Estético e Minimalista: Menos é Mais

 Um design limpo e simples facilita a compreensão e utilização do sistema. Informação irrelevante ou desnecessária compete pela atenção do utilizador e pode levar à sobrecarga cognitiva . Isto significa que cada elemento na interface deve servir a um propósito claro. Evitar o excesso de texto, gráficos desnecessários e elementos decorativos ajuda a manter o foco nas tarefas essenciais. Um design minimalista não só é esteticamente agradável, mas também melhora a usabilidade e a eficiência. A simplicidade permite que os utilizadores concentrem-se no que realmente importa , melhorando a eficácia das suas interações.